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AGRICULTURA

Horticultores de Santarém Novo aumentam a produtividade em 40%

Por Redação - Agência PA (SECOM)
03/03/2015 14h19

Agricultores familiares de Santarém Novo, nordeste paraense, atendidos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), comemoram o aumento da  produtividade de hortaliças e mandioca, a base da economia das 75 famílias das comunidades Jutaí Grande e Jutaizinho, que é superior a 40% em pouco menos de dois anos. O bom resultado é fruto de projetos assinados pela Emater, por meio de Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que prioriza famílias em situação de vulnerabilidade social.

Segundo dados da Emater, em média cada família tem cerca de 20 canteiros de hortaliças com produção estimada em 80 maços por canteiro por mês. Os produtos tem mercado garantido. Salinas e Capanema, também no nordeste paraense, são os maiores consumidores. “Os projetos foram elaborados de acordo com a aptidão das famílias e a grande maioria já desenvolvia a horticultura”, diz a engenheira agrônoma da Emater, Karoline Resende.

O aumento da produtividade está relacionado com os tratos culturais adequados e as tecnologias adotadas pelos agricultores, a partir da orientação da Emater para o investimento em utensílios agrícolas, insumos, cobertura para as áreas de produção e irrigação dos espaços de produção. “Por muitas vezes passei dificuldades para irrigar minha horta, carreguei até latas de água na cabeça para fazer o trabalho e agora adotei a irrigação. Estou muito feliz”, diz o agricultor Francisco Cosmo, morador do Jutaizinho.

O recurso que garante a compra e a implementação das ações é repassado pelo governo federal em duas parcelas, que somam R$ 2.400,00. Por cada maço de hortaliças, cheiro verde, alface, jambu, o agricultor recebe em média 0,80 centavos. “Com a aquisição da plasticultura conseguimos ter plantio praticamente o ano inteiro. Durante o período de inverno nossa perda chegava a 80%”, confirma o agricultor do Oliveira.

A produção local é toda desenvolvida nos moldes agroecológicos. Para a adubação é utilizado esterco de aves. “Nosso próximo passo é trabalhar a agregação de valor à produção diferenciada nas comunidades”, confirma a agrônoma da Emater.

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