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Já estão presos sete envolvidos no assalto a banco em São Geraldo do Araguaia

Por Redação - Agência PA (SECOM)
20/03/2015 16h52

A Polícia Civil apresentou nesta sexta-feira (20), na Delegacia-Geral, em Belém, sete envolvidos no assalto à agência do Banco do Brasil em São Geraldo do Araguaia, município do sul do Pará, na madrugada de 8 de fevereiro deste ano. As prisões foram realizadas por policiais civis da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), Comando de Operações Especiais (COE) e de policiais civis dos estados de Goiás e Tocantins. A operação policial foi realizada nos municípios de Redenção e Marabá, no Pará; Araguaína, em Tocantins; Imperatriz, no Maranhão, e Goiânia, capital de Goiás. Presidida pelo delegado-geral Rilmar Firmino, a apresentação dos presos contou com as presenças dos delegados André Costa e Evandro Araújo, da DRCO; do coronel Roberto Campos, comandante-geral da Polícia Militar do Pará, e do delegado Alex Cavalcante, do Grupo Anti-Roubo a Banco (GAB), da Polícia Civil de Goiás.

São 10 acusados de participação no assalto à agência bancária. Um dos envolvidos no crime, identificado como Luiz Aguinaldo Farias Brito, de apelido "Ferrugem", foi localizado em Marabá, mas reagiu e acabou morrendo numa troca de tiros com policiais civis. Outros dois acusados, que estão foragidos, não tiveram os nomes divulgados para não prejudicar o trabalho policial.

Durante o assalto, os assaltantes mataram uma adolescente de 14 anos, atingida por um disparo quando passava de carro em frente ao banco. Os acusados usaram dinamite para explodir dois dos seis caixas eletrônicos da agência e um dos cofres, e depois fizeram oito reféns na fuga. 

Segundo o delegado André Costa, os criminosos usaram armamento pesado e agiram encapuzados para dificultar a identificação. Durante o assalto, moradores da cidade foram usados como "escudos humanos" para evitar a aproximação da polícia. Após o crime, os assaltantes fugiram por uma estrada que dá acesso aos municípios de Piçarra, no sul do Pará, e Araguanã, no Tocantins. Os presos responderão pelos crimes de associação criminosa, roubo e latrocínio, por conta da morte da adolescente.

O comandante-geral da PM ressaltou que a corporação está preparada para agir diariamente nos casos de roubos a bancos em todo Estado. Ele citou a operação Reprerban (Prevenção e Repressão a Roubos a Bancos), que conta com 13 equipes da PM do Pará, que se deslocaram da capital para reforçar o policiamento preventivo nas regiões que mais registram ocorrências de roubos a bancos, como o sudeste paraense. "São, ao todo, 40 municípios cobertos com o apoio de nove aeronaves, deslocadas das bases do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), instaladas em vários municípios, como Altamira, Santarém, Marabá e Redenção", disse ele.

Estão presos os seguintes acusados de envolvimento no assalto:

- Reginaldo Sousa dos Santos, conhecido como "Régis", 36 anos, foi localizado em Araguaína, no Tocantins. Ele foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Norte por furto, em 2012. Atualmente, cumpria pena de prestação de serviços comunitários em Araguaína; 

- Jonas Fabiano Ferreira da Silva, 47 anos, foi preso em Goiânia (GO). Ele é natural de Recife (PE) e ainda não tinha passagem pela polícia;

- Valdinei Pereira da Silva, 39 anos, conhecido como "Nei", é proprietário de uma fazenda perto de Araguaína, usada para abrigar o bando. Natural de Itaju do Colônia, na Bahia, ele foi preso em Araguaína, mas mora em Imperatriz, no Maranhão. Valdinei ainda não tinha passagem pela polícia;

- Paulo de Tarso Carneiro de Sousa, 50 anos, de apelido "Pernambuco", foi preso em Imperatriz. Também disse não ter passagem pela polícia;

- Roberto Guega Chiquett Bezerra, 25 anos, foi preso no município de Redenção, no sul do Pará. Ele já responde a um processo por receptação de uma caminhonete roubada, há dois anos, em Palmas, capital do Tocantins. Natural de Araguaína, ele residia atualmente em Redenção. Foi preso dentro do Hospital Municipal, onde havia passado por uma cirurgia devido a um tiro que recebeu durante outro assalto cometido no município;

- Davi Fabiano Ferreira da Silva, 36 anos, foi preso em Araguaína. Há três anos, ele foi condenado pela Justiça de Tocantins a 1 ano e 06 meses de prisão, por receptação de uma televisão roubada na cidade de Porto Nacional, no Tocantins. Segundo ele, a pena já havia sido cumprida.

- Bruno Alves do Nascimento, 29 anos, foi preso em Goiânia. Ele também afirma não ter passagem pela polícia.

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