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Região Norte forma o primeiro grupo de militares peritos criminais

Por Redação - Agência PA (SECOM)
30/03/2015 18h27

A Região Norte já possui o primeiro grupo de militares peritos criminais. Em solenidade realizada na manhã desta segunda-feira (30), no auditório do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, 10 militares da Marinha do Brasil receberam a certificação do curso de peritos criminais do Núcleo de Polícia Judiciária Militar (N-PJM), do 4º Distrito Naval. A formação inédita é resultado do acordo, firmado em novembro de 2014, entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, por meio do Instituto de Ensino de Segurança do Pará (Iesp), e o Comando do 4º Distrito Naval.

Da solenidade de entrega dos certificados participaram o vice-almirante Edlander Santos, comandante do 4º Distrito Naval; o secretário-adjunto de Gestão Operacional da Segup, Hilton Benigno (representando o secretário Jeannot Jansen); o diretor do Iesp, tenente-coronel Lima e Silva, e o diretor do CPC Renato Chaves, Orlando Gouvêa, além de familiares dos formandos, professores e demais militares.

O curso foi iniciado em fevereiro e concluído no último dia 27. Os participantes cumpriram uma grade de disciplinas teóricas e práticas, aprovada pela equipe de peritos da área de segurança pública paraense: Direito Aplicada à Perícia e Investigação Criminal, Balística, Fotografia, Documentoscopia, Papiloscopia, Toxicologia, Perícia em Local de Incêndio, Criminalística, Local de Crime e Reprodução. As aulas foram ministradas por mestres, especialistas, peritos criminais servidores do CPC Renato Chaves, peritos criminais federais e oficiais superiores da Polícia Militar. Os novos peritos atuarão dentro da jurisdição que reúne os estados do Pará, Maranhão, Amapá e Piauí.

Esforço institucional - Para o vice-almirante Edlander Santos, a formação dos militares é resultado de um esforço institucional. “Estávamos na perspectiva desse curso desde 2014. Tivemos a cooperação do governo do Estado para proporcionar o curso. Para nós, isso tem um significado maior. Significa que estamos unidos para atuar em prol da sociedade brasileira, em específico a paraense”, destacou o comandante.

O curso ofereceu maior autonomia à Marinha do Brasil em relação aos órgãos externos de investigação. A qualificação visa ainda tornar mais ágeis e eficientes os procedimentos para apuração de autoria e materialidade dos crimes militares. “A certificação é importante não somente pela formação inédita, mas pela abrangência de atuação dos agentes, que vão atuar em uma grande região”, destacou o coronel Hilton Benigno.

Acompanhado do filho, o subtenente Francisco da Penha disse estar satisfeito com a conclusão do curso, depois de 30 anos atuando pela Marinha. “Isso é um prêmio depois de anos de dedicação. Aprendi coisas que nunca imaginaria. É uma grande responsabilidade”, ressaltou. O segundo-sargento Marcos Bruno Ferreira é outro perito habilitado. “Estou satisfeito com essa capacitação. Agora estamos aptos a realizar esse tipo de trabalho no âmbito do Pará, Piauí, Amapá e Maranhão”, frisou o militar.

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