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Peritos de informática colaboram para a prisão de suspeito de armazenar pornografia infantojuvenil

O suspeito tem 22 anos é acusado também de estupro de vulnerável

Por Alexandre Cunha (Pol. Científica)
09/02/2024 16h15

A Polícia Científica do Pará, por meio da Gerência de Perícias em Informática (GPI) participou, de uma ação que deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão de flagrante contra um homem de 22 anos, acusado de estupro de vulnerável e de armazenamento de conteúdo pornográfico infantojuvenil. A investigação foi coordenada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEACA), da Polícia Civil do Pará (PCPA).

Embora já houvesse um mandado de prisão preventiva, expedido pela 1ª Vara Criminal de Inquéritos Policiais da Comarca de Belém, a atuação da equipe pericial da GPI se deu por meio de análise dos dispositivos eletrônicos encontrados com o suspeito, confirmando o armazenamento de pornografia infantojuvenil.

"Verificamos que o equipamento em questão continha diversos grupos de pornografia, incluindo pornografia infantojuvenil. Conseguimos registrar os grupos em que promulgaram esse tipo de conteúdo criminoso como evidência do crime", afirmou o perito criminal Luiz Fernando Luz.

Nesse contexto, após a perícia de Local de Crime Informático, foi emitido um laudo preliminar que auxiliou na prisão em flagrante por armazenamento deste tipo de conteúdo. "No laboratório da PCEPA será feita a extração de dados do aparelho celular do suspeito, e, posteriormente a análise desses dados e, assim, realizar o laudo definitivo", explicou o perito.

Segundo a delegada Karina Figueiredo, responsável pelo caso, o laudo pericial deu subsídios à investigação e prisão do suspeito. "É muito importante a ação em conjunto entre PC e PCEPA, pois, no momento em que é feita a apreensão do objeto, é realizada uma análise preliminar garantindo a integridade da cadeia de custódia e da prova, a partir da atuação dos peritos, as provas ficam mais robustas. Com a análise dos peritos nos dispositivos do investigado, foi possível a prisão em flagrante", afirmou a delegada.

Texto: Amanda Monteiro/ASCOM PCEPA

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