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SEGURANÇA PÚBLICA

Polícia Civil prende dois suspeitos de homicídio e faz apreensões em Dom Eliseu

Como parte da Operação "Cérbero", os policiais também prenderam um homem devido ao porte ilegal de arma

Por Governo do Pará (SECOM)
05/01/2024 17h14

A Polícia Civil, por meio da Delegacia do município de Dom Eliseu, na região Sudeste, e da Divisão de Homicídios (DH), em Belém, deflagrou nesta sexta-feira (5) a primeira fase da Operação “Cérbero”. Foram presos os principais suspeitos de um homicídio cometido em Dom Eliseu, em 18 de novembro de 2023.

Quarenta agentes participaram da Operação. Além das prisões, um terceiro suspeito, que trabalhava como caseiro do local, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. No lugar também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Armas, aparelhos celulares, pen drives, documentos e uma grande quantia em dinheiro foram apreendidos.Policial civil com armas apreendidas durante a Operação Cérbero

“A união entre as equipes foi de suma importância para a captura dos envolvidos, e isso comprova o trabalho excelente que a PCPA faz por meio da integração das nossas forças, agindo sempre com responsabilidade para proteger a população e solucionar casos como esse”, informou Walter Resende, delegado-geral da Polícia Civil do Pará.

Corregedoria -  O crime ocorreu durante o dia, em um restaurante localizado no centro da sede municipal de Dom Eliseu. De acordo com as investigações, o principal autor do crime mantinha uma rixa com o homem assassinado. A Polícia Civil contou com o apoio da Corregedoria da instituição, à qual pertence um dos investigados, para que a prisão fosse efetivada.

Após os procedimentos, os presos foram submetidos ao exame de corpo de delito e encaminhados ao sistema penitenciário paraense, ficando à disposição do Poder Judiciário. Outro suspeito continua foragido. As investigações prosseguem para prender os demais envolvidos no crime.

Segundo o diretor de Polícia do Interior, delegado Hennison Jacob, “a agilidade nas investigações feita pela equipe de Dom Eliseu foi crucial para solucionar o caso”.

Texto: Paula Almeida, sob supervisão de Laís Menezes Ascom PCPA

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